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Ana Luiza K., 14, Brazil. contador de visitas
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“Na verdade, não era como as outras… Tinha um maço de orgulho nos lábios, uma dose de amor próprio apoiada nos dedos e estava em overdose de independência. É, se quer saber, realmente era diferente. Diferente pra caralho.“ 

“Na verdade, não era como as outras… Tinha um maço de orgulho nos lábios, uma dose de amor próprio apoiada nos dedos e estava em overdose de independência. É, se quer saber, realmente era diferente. Diferente pra caralho.“ 

(via aoseulado)


Pisa que ele gruda. Gruda que ele pisa.

Pisa que ele gruda. Gruda que ele pisa.

(via rid-of-you)

Desculpa, mas hoje em dia eu desconfio de tudo.

Desculpa, mas hoje em dia eu desconfio de tudo.

vf

vf

Antes e falar algo passe-o pelas três peneiras: o verdadeiro, o belo e o bom. Caso isso que você esteja falando seja verdadeiro passe pela segunda peneira, caso seja algo bonito e valorizado passe pela terceira, caso seja bom e faça bem as pessoas relacionadas você pode continuar, se não, não perca o seu tempo, não faça pros outros aquilo que você não quer que façam pra você.

Podemos comparar o coração com uma casa. Ninguém consegue viver sozinho, sempre estará faltando algo pras coisas ficarem perfeitas e muitas vezes é uma companhia para dividir as tarefas, ou apenas as alegrias e tristezas. Mas acontece que nem sempre encontramos alguém disposto à fazer isso, então devemos ir bater nas portas vizinhas pedindo ajuda, pedir algo que está faltando. Minha casa está vazia, afinal, tive a ingenuidade de deixar todas as janelas e portas abertas para quem quisesse entrar. Sabe o resultado disso? Levaram embora praticamente tudo o que eu tinha. Então surgiu um novo vizinho, com uma casa grande e bem cuidada e ele me ofereceu ajuda. Mesmo desconfiada eu aceitei… Ele me ajudou muito. Me ajudou a recuperar coisas que haviam ido embora. Mas por ter ser orgulhosa fui atrás de quem me levou tudo o que eu tinha, ao invés de ficar ali, ajudando e retribuindo o cuidado e atenção que recebi. Eu percebo hoje que eu poderia ter ficado, mas por teimar em ir botei tudo a perder novamente. Confesso que hoje não sei mais onde devo ficar, estou precisando de abrigo e não é qualquer pessoa que teria coragem de me conceder.

As pessoas mudam, eu mudei. As mudanças acontecem aos poucos, é tudo questão de tempo. Hoje eu me dei conta de que certas coisas não me pertencem mais e que eu nem mesmo faço questão que me pertençam. O meu sorriso mudou e a vontade de sorrir pra certas pessoas não está mais lá. Foi por fingir que tudo estava bem que eu paguei um preço tao caro, eu não agi de maneira certa, faltou diálogo, faltou deixar o orgulho de lado e reconhecer os erros. Hoje eu percebo que existem muitas meninas parecidas comigo. Tanto sentimento gritando de bocas caladas e escorrendo pelos olhos. Tanta coisa acontece, tanta coisa acontece com a gente. Tanta gente passa pela gente, mas são pouquíssimas as que realmente ficam. O pior de tudo é que muitas vezes encontramos pessoas e queremos ficar por ali, mas o tempo vai-as afastando e quando você vê elas já se foram e dói, dói muito. Aí a gente fica triste, e é pra ficar mesmo, partidas não são tão fáceis assim como nos filmes, ninguém vai sair correndo atrás de você e te pedindo pra ficar. Então esse tristeza é tanta que você chora, mas chega um momento que você para de secar essas lágrimas e se cansa de abraçar o vento e ficar rindo com a solidão. Eu não consigo mais ficar vendo a vida passar e assistindo a sua felicidade. Aprendi com meus próprios erros que chorar não traz ninguém de volta, muito menos faz essa pessoa gostar mais de você. E na realidade não existe ninguém tão bom assim que você possa querer ao ponto de fazer você parar de se querer. Eu implorei milhões de vezes para algumas pessoas ficassem, eu supliquei por elas, eu chorei, eu perdi meu tempo pra dar-lhes motivo para elas não irem, mas hoje eu só quero que os verdadeiros fiquem e esses nunca cogitariam ir algum dia. E hoje eu não me lamento mais, apenas aproveito cada instante e com certeza aceitaria qualquer pessoa que se foi de braços aberto, mas com uma condição, se ela não se fosse novamente.

As pessoas se vão e acham que não irão fazer falta.